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Biorrepositório brasileiro pode ajudar a personalizar a prevenção do câncer no SUS

O projeto conta com 4.062 participantes e quase 40 mil amostras derivadas de sangue; a meta é alcançar pelo menos 8 mil pessoas nos próximos dois anos (imagem: Shutterstock)
Fernanda Bassette | Agência FAPESP – Um banco de amostras biológicas de milhares de brasileiros pode abrir caminho para que, no futuro, o Sistema Único de Saúde (SUS) consiga identificar pessoas com maior risco de desenvolver determinados tipos de câncer e oferecer estratégias de prevenção e rastreamento mais personalizadas. A iniciativa, desenvolvida no Hospital de Amor, em Barretos (SP), reúne dados genéticos, epidemiológicos e de estilo de vida de pessoas com e sem câncer para avaliar e desenvolver ferramentas de previsão de risco mais adequadas à população.
